quinta-feira, 17 de maio de 2012

Com chuva, lama e polêmica, Vasco e Corinthians ficam no zero no Rio

Com muita lama, chuva e um lance polêmico, Vasco e Corinthians empataram por 0 a 0 nesta quarta-feira, em São Januário, pelo primeiro jogo das quartas de final da Libertadores. Os cruz-maltinos, que tiveram dificuldades para penetrar no sólido sistema defensivo do Timão, reclamaram de um gol anulado de Alecsandro no segundo tempo, após a marcação de impedimento. Foi a primeira vez que o time da Colina não fez gol no ano. Já o atual campeão brasileiro segue como único invicto da competição. O jogo teve 17.259 pagantes (20.510 presentes) e uma renda de R$ 911.670,00. Ao fim da partida, os cariocas reclamaram do árbitro. O presidente Roberto Dinamite puxou o coro. - Mais uma vez este árbitro e mais uma vez o Corinthians. Está difícil, cada vez mais complicado. Não quero ficar reclamando, mas peço apenas lealdade e igualdade para brigar dentro de campo. Jogamos melhor e merecíamos vencer - declarou o dirigente à Rádio Tupi, em referência ao empate por 2 a 2 entre os dois times, ano passado, pelo Brasileiro. Na ocasião, a equipe carioca teve um gol de Alecsandro corretamente anulado por impedimento.
No próximo duelo, quarta-feira, no Pacaembu, o novo empate sem gols leva a decisão para os pênaltis. Igualdade com gols favorece o time carioca. Quem passar deste confronto vai enfrentar na semifinal quem se classificar de Santos x Vélez Sarfield, cujo primeiro jogo será realizado nesta quinta, na Argentina. Para Emerson, o resultado não foi o ideal, mas o Corinthians tem a vantagem por jogar em casa e, segundo ele, num campo melhor. - Não foi aquilo que nós planejamos. A ideia era fazer um gol aqui. Enfim, foi um jogo difícil, com tempo chuvoso e campo pesado, mas agora é decidir em casa, num campo que conhecemos e em melhores condições.
Muita lama e poucas chances de gol
Com o gramado encharcado e enlameado, a partida começou bastante truncada e com muitas faltas. Nos primeiros 25 minutos, a bola ficou parada 50% do tempo. Diante da dificuldade de entrar na defesa adversária, os dois times tentaram arriscar chutes de média e longa distância. Fábio Santos, pelo lado corintiano, e Romulo, pelo vascaíno, assustaram os goleiros. Sem uma referência na frente, o Corinthians apostava na velocidade de Jorge Henrique e nas jogadas individuais de Emerson, mas os dois pouco ameaçavam. Bastante avançado, Alex também tinha dificuldade para passar pela marcação do Vasco. No time cruz-maltino, que tinha mais a iniciativa do jogo, Eder Luis e Fagner, pela direita, eram os que davam mais trabalho para os marcadores.

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